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domingo, 10 de maio de 2009

SANTA LUZIA DO QUIPAUÁ

Antigamente, quando o território do município de Santa Luzia englobava os atuais municípios de São Mamede, Várzea, São José do Sabugy (!) e Junco do Seridó, fazia sentido se fazer uma referência – no nome da cidade – ao rio Sabugy, seu pretenso maior curso d'água.

O equívoco, provavelmente, provém do fato de um antigo mapa do IFOCS de 1913. Elaborado por alguns ingleses, mostrava o rio Quipauá como afluente do rio Sabugy. Verificando os mapas atuais, com o olho de leigo, constata-se que nenhuma gota d'água caída no município de Santa Luzia vai para o Sabugy.

Os dois rios nem se tocam, o Quipauá tem sua origem na confluência dos rios Chafariz, do Saco e riacho do Fogo, mais ou menos onde foi construído o açude José Américo, seguindo em direção ao norte passando por Ouro Branco já no RN e desemboca no rio Seridó, pela Barra Nova, no município de Caicó, onde serve o açude Itans com a água da terra de Isidoro Ortins e Geraldo Ferreira das Neves. Daí, talvez, a indissolúvel ligação do povo, além do fato de serem todos Medeiros, portanto parentes.

Já o Sabugy, nasce na Borborema, no território de São Mamede, segue por Ipueiras, São João do Sabugy e desemboca no Seridó muito à jusante do Açude Itans, perto de São Fernando, já a procura do rio Piranhas.

Historicamente existem inúmeras referências sempre ligando Santa Luzia ao Quipauá. Aliás, dizem que na própria Certidão de Nascimento da cidade quando Geraldo Ferreira das Neves, herdeiro de Izidoro Ortins, cedeu um pedaço de terra para o patrimônio da igreja, tem, explicitamente, essa referência; mas isto é assunto para historiadores.

No livro de Olavo Medeiros, "Cronologia Seridoense" consta que em 17 de julho de 1708, Izidoro Ortins de Lima obtém do Capitão-Mór da Parahyba, Fernando de Barros de Vasconcelos, três léguas de terra de comprimento por uma de largo a título de data e sesmaria (n.º 73), pegando da Serra do Olho D'Água para baixo até a Cachoeira do Ingá no Rio Quipauá...

Texto José Mário Ferreira

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